RELATO DE UM CORPO BRANCO | ONE WHITE BODY REPORT @ NIGERIA 2018

Ejigbo, Lagos, Nigeria | Tribo Contemporânea


Bi mo se n pe, be longe [2x]

Bi mo sen pe, Osun Kaare olomo Be longe [1x]

Eu chamo as forças, elas me respondem

Eu chamo as forças de Osun Kaare, elas me respondem



Palavras não apreendem a experiência na carne.

O meu cheiro interno mudou.

Tenho desejado o ardido da pimenta como forma de conexão.


Ano passado, 2018, tive a honra de ser convidada pelo artista Nigeriano
Jelili Atiku, com o qual trabalhei na abertura da exposição Ex-Africa do CCBB de São Paulo, para ir
ao Odun Yemoja e ser participante da residência artística AFiRIperFOMA em Ejigbo, sua comunidade, em Lagos, na Nigéria.


O Odun é uma espécie de festival Yoruba que acontece anualmente, onde a
comunidade celebra as forças de Yemoja por quatro dias. Nos três primeiros
abrem-se oráculos, ritos, sacrifícios, oferendas, dança e música para outros
Orishas (começando por Ifa, passando por Aje, Aboran, Kori e Obatala). No
último dia, saímos em procissão para festejar Yemoja, o feminino, que atua e
guia  até um rio, numa caminhada de três
quilômetros sem calçados, para os rituais, entregas, transes e retorno muito
dançante debaixo de sol a pino ao som incessante do grupo de tambores que nos
seguem em procissão. Na volta, eles distribuem comida para todos – mataram e
limparam duas vacas no dia anterior – e celebram com música, dança,
distribuição de dinheiro para quem está contribuindo com a vibração da festa,
bebida e um estado de tribo. Todos vestidos de branco e azul, com roupas novas,
costuradas para serem usadas nesse dia. Tudo novo. Fartura. Grupo. Cooperação.


Estar aberta para viver a experiência completa me permitiu um
envolvimento real com os contemporâneos dos nossos ancestrais que habitam as
raízes do mundo. A mim me foram permitidas entradas em outros tempos e
dimensões, testemunhar as alquimias dos altares, pertencer àquele grupo,
compartilhar saberes e provar os sabores mais complexos da terra. Tive que negociar e  construir  esse lugar para ser por mim ocupado, porque ele não
existia. Reverencio em agradecimento todas as forças que, ao mesmo
tempo, me acompanharam e me guiaram, em uma troca fluida de lideranças e
ensinamentos.


Meu corpo foi impactado pelos corpos deles. Oyinbo!!! Eles gritavam quando
me miravam na rua. Oyinbo é  “homem
branco”. E não era possível não responder com o sorriso gigante que eles
tiravam da minha cara ao me observar com curiosidade, medo, amor. Rejuvenesci.
E entre meus dentes era um misto de “sou a única branca aqui. Como me
mover com respeito, como regular minha presença para ela não ter impacto
ofensivo?”, “eu sou o que o branco representa”, “sou a pessoa mais branca – em
todos os sentidos – do mundo”, “sou linda e amada”, “sou patética”. Era engraçado.
Desajustado. Quase perigoso. Mas eu consegui sentir integração.  Achei o meu jeito de me colocar interferindo
o mínimo nos fluxos e ritmos da comunidade, encontrei meus iguais, meu
diferentes, minhas irmãs, algumas mães, avós. Os bebês choravam ao me ver e
isso me deu uma dimensão inimaginável do impacto do diferente. As crianças
queriam brincar, encostar na minha pele, no meu cabelo – queriam saber se era
meu mesmo – e nos pelos do meu braço. Eles não têm pelos. Eu tenho muitos. Meu
corpo sentiu o que é ser diferente. Minha pele carrega o poder e a violência do
branco. Uma certa beleza que o diferente traz também. E uma maciez que os
encantava, e eu querendo mesmo uma casca mais grossa na sola dos meus pés para
aguentar sem chinelos o caminho até o final.


Tocar, eu percebi, se fez algo necessário para as duas partes, a minha e
a deles. O toque nos ajudava a validar nossas presenças nos corpos uns dos
outros. Eu estive aqui. Nessa pele. Eu habitei esse sistema tão diferente do
meu. Eu tive permissão. Eu dei permissão.

Minha pele carregou tudo o que o branco representa, por isso senti necessidade
de oferecer meu corpo em performance como terreno para ser percorrido por um
corpo negro. Me interessa inverter, usar meu corpo e minha imagem (forma, cor e
o que eu represento) como ferramenta para descolonizar pensamentos, situações e
história através da visão. Voltei com outro peso.


Estar com eles, ouvir, observar e aprender (claro que
entendendo o contexto de onde venho e considerando que eu jamais poderia viver
as experiências deles, como eles) confirmou minha descrença nas doutrinas
religiosas que se apoiam em políticas de ego, poder e controle. O Orisha
trabalha no real e para a realidade. Sua força é bem palpável, comível e
bebível – tudo o que é oferecido também se come, se bebe e se passa no corpo. É
ele quem absorve tudo.  Se se oferece
bebida, se toma, se cospe, para limpar, para abençoar, para entrar, iniciar,
para voltar ao corpo.  A cabeça e rabo
(colocado dentro da boca do animal), começo e fim, a completude, os extremos juntos, são
oferecidos. O sangue também, para o Orisha e para o corpo, a carne se cozinha e
se come. O corpo é o canal para as adivinhações, para os mistérios e para o
tempo.


A tradição Yoruba é um estilo de vida dado pela própria realidade. A
falta de recursos materiais expande a sensação de cooperação, o sentido de ser
um corpo só que respira junto. Homens e mulheres têm espaços diferentes, mas a
força do feminino é muito exaltada, porque é ela que rege as magias dos ritos.
É ela quem oferece energia motriz. Percebi nas mulheres um medo, disfarçado de
tédio, de estar sozinha. Elas estão em bando, se protegendo, se cuidando e
parindo a comunidade.  


O culto tradicional é o lugar em que eles conseguem ser, pertencer. E eu
agradeço a generosidade com a qual abriram um lugar temporário para mim no
círculo. Para eu aprender um pouco e transmitir. Eles me deixaram claro:
espalhe, fale da gente, tire nossa foto. Eles querem ir pro mundo, nem que seja
começando o caminho pelo virtual. Entendem esse alcance.

Uma das mais preciosas observações foi a da beleza com que lidam com as
diferenças: em frente aos templos, tem uma mesquita. Os ritmos dos seus sons
completamente distintos se misturando nas ruas. A comunidade é repleta de
igrejas católicas, mesquitas e templos e seus povos convivem em harmonia.
Entendeu-se a necessidade do respeito às escolhas de pontos de vista, para que
se continue possível viver compartilhando os espaços e o que se tem.


Por fim, viveres que arrebatam o corpo – pela agudez da sua novidade e
grau de imersão – nos proporcionam lugares de tomada de decisões e revalidação
dos valores de nossa própria realidade.

Meu sistema ganhou novos chips. Foi atualizada minha percepção de tempo,
de preto e de branco. De ser brasileira, índia, xamã, com o asè que veio
escravizado da África e com a cor de pele dada pela colonização portuguesa.  Mais um infinito social se abriu. E esses
infinitos são os lugares onde encontro suporte para tornar-me mais potente – leia-se potente como ser mais o que
se é na própria essência
– e também onde posso facilitar aos que
encontro seus processos de tornar-se, de estarem mais perto de si próprios.


Em outro nível, minha experiência na Nigéria, especialmente
testemunhando e vivendo os preparos, oferendas e movimentos dos rituais, foi
fundamental para relembrar e informar à minha prática artística sobre a
importância da transfiguração do corpo, metamorfose, alteração que promove ao
mesmo tempo uma corporificação metafísica e a abolição física do personagem
“eu”, me tornando universal.


As performances que realizei contaram com apliques animais, vegetais e artesanais
semelhantes àqueles usados nos processos de transformação do corpo dos indígenas
brasileiros, que buscam, através das próteses animais, se tornarem mais
humanos. Afinal, o corpo humano é para eles o corpo da alma, então é preciso
buscar no animal a humanidade para se construir corpos inteiros.


Ose, em
Yoruba significa obrigada. A palavra
que mais pronunciei na terra África. Ose pela percepção que me foi presenteada,
através da qual eu posso detectar no meu próprio corpo muitas intersecções onde
o branco e o preto se encontram. E esses são justamente os pontos mais
potentes, porque são completos.


OSE


Edição : Maikon K


Ejigbo, Lagos,
Nigeria | Contemporary Tribe


Bi mo se n pe, be longe [2x]

Bi
mo sen pe, Osun Kaare olomo Be longe [1x]

I call the forces, they answer me

I call Osun Kaare forces, they answer me


Words cannot seize
the experience in the flesh.

My internal smell has
changed.

I have being desiring
the heat of the pepper as a form of connection.


Last year, 2018, I
had the honor of being invited by the Nigerian artist Jelili Atiku, with whom I
worked in the opening of the exhibition Ex-Africa
of CCBB (Cultural Center Brazil Bank) in Sao Paulo, for the Odun Yemoja and for being a participand in his artistic residency 
AFiRIperFOMA in Ejigbo, his community, in
Lagos, Nigeria.


The Odun is a type of
Yoruba festival that happens every year, where the community celebrates the
forces of Yemoja for four days. In the first three days oracles are opened,
rites, sacrifices, offerings, dance and music manifestations happen for other
Orishas (starting with Ifa, passing through Aje, Aboran, Kori and Obatala). In
the last day, we leave in procession to celebrate Yemoja, the feminine, that
acts and guides us until a river, in a three kilometers bare feet walk, for the
rituals, deliveries, trances and a dancing return under the sun light accompanied by the incessant sound of drums that follow
us in the procession
.
When we are back to the temples, they serve food for everyone – they killed and
cleaned two cows on the previous day – and celebrate with music, dance,
distribution of money for who is contributing for the vibration of the party,
drinks and a state of tribe. Everyone dressing white and blue, new clothes, all
sewed to be worn in this day. Everything new. Abundance. Group. Cooperation.


Being open to live the full experience
has allowed me a real involvement with the contemporaries of our ancestors who
inhabit the roots of the world. I was allowed to enter into other times and dimensions,
to witness the alchemy of the altars, to belong to that group, to share
knowledge and to taste the most complex flavors of the earth. I had to build
this place to be occupied by my self with a lot of listening and respect. I reverence
and thank all the forces that have accompanied me and guided me at the same
time in a fluid exchange of leadership and teaching.


My body has been
impacted by their bodies. OYINBO!!!! They used to scream when they saw me on
the streets. Oyinbo means “white man”. And it was not possible not to answer
with the huge smile that they took from my face when observing me with
curiosity, fear and love. I rejuvenated. And in between my teeth was a mix of
“I’m the only white here. How can I move with respect, how can I regulate my
presence so it won’t have a offensive impact?”, “I am what the white
represents”, “I am the most white person – in every sense – in the world”, “I’m
beautiful and loved”, “I’m pathetic”. It was funny. Clumsy. Almost dangerous.
But I could feel the integration. I found my way of placing
myself interfering the minimum in the flows and rhythms of the community, I
found my equals, my differents, my sisters, some mothers, grandmothers.
The babies cried
when they saw me and this gave me an unimaginable dimension of the impact of
the different. The kids wanted to play, touch my skin, my hair - they wanted to
know if it was my own - and the hairs on my arm. They have no hair. I have
many. My body felt what it is to be different. My skin bears the power and
violence of the white. A certain beauty that the different brings as well. And
a softness that charmed them, and what I really wanted was a thicker bark on
the soles of my feet to endure the way without slippers until the end.

I realized that touching became necessary for both parts, mine and theirs.
The touch helped us to validade our presences in each other’s bodies. I was
here. On this skin. I inhabited this system so different from mine. I was
allowed. I gave permission.


My skin carried all
of what the white represents, so I felt the need to offer my body in
performance as ground to be traversed by a black body. I am interested in reversing, using my body and my image
(form, color and what I represent) as a tool to decolonize thoughts, situations
and history through vision. I came back with a diferent weight.


Being with them, listening, observing
and learning (understanding, of course, the context from which I come from and
considering that I could never live their experiences, like them) confirmed my
disbelief in religious doctrines that rely on ego, power and control policies.
The Orisha works with the real and for reality. Their force is very palpable,
eatable and drinkable – everything that is offered is also eaten, drunk and
passed on the body. It is the body who absorves it all. If a drink is offered,
this same drink is drunk, is spit, to clean, to bless, to enter, to iniciate,
to come back to the body. The head and tail (placed inside of the animal’s
mouth), beginning and ending, the completeness, the extremes together, are
offered. The blood as well, to the Orisha and to the body, the meat is cooked
and eaten. The body is the channel for divination, for the mysteries and for
the time.


The Yoruba tradition
is a life style given by reality itself. The lack of material resources expands
the sense of cooperation and the sense of being one unique body that breaths
together. Men and women have different spaces, but the feminine force is very
exalted, because it is it that governs the spells of the rites. It is it that
offers motive power. I perceived in women a fear, disguised as boredom, of
being alone. They act in gangs, protecting themselves, taking care of
themselves and giving birth to the community.


Traditional worship
is the place where they can be and belong. I really appreciate the generosity
with which they have opened a temporary place for me in the circle. For me to
learn a little and to transmit. They made it clear: spread about us, tell our
history, take our picture. They want to go to the world, even if starting the
way through the virtual. They understand this scope.

One of the most
precious observations was the beauty with which they deal with the different:
in front of the temples, there is a mosque. The rhythms of their completely
distinct sounds blending in the streets. The community is full of catholic
churches, mosques and temples and its people live in harmony. It was understood
the need to respect the choices of points of view, so that it is possible to
keep living and sharing the spaces and what they have.


Finally, experiences
that snatch the body – by the sharpness of its novelty and degree of immersion
– give us places of decision-making and revalidation of the values of our own
reality.

My system has gained
new chips. My perception of time, of black and of white was updated. As well as
my perception of being Brazilian, indigenous, shaman, with the asè that came enslaved from Africa and
with the skin color given by Portuguese colonization. Another social infinite
has opened. And these infinities are the places where I find support to become
more potent – read potent as being more of what we are in essence – and also
where I can facilitate to those who I encounter their own spaces of becoming,
of being closer to their own selves.


In another level, my
experience in Nigeria, specially witnessing and living the preparations, the
offerings and the movement of the rituals, was fundamental to remember and to
inform my artistic practice about the importance of the transfiguration of the
body, metamorphosis, alteration that promotes at the same time a metaphysical
embodiment and the physical abolition of the character “I”, making it possible
to become universal.


The actions that I performed included
animal, vegetable and craft appliqués similar to those used in the process of
transforming the body of Brazilian natives, who seek through animal prostheses
to become more human. After all, the human body is for them (us) the body of the
soul, so it is necessary to seek in the animal, the humanity to build complete
bodies.


Ose,  in Yoruba means thank you. The word I uttered the most in the land Africa. Ose for the
perception I was gifted, through which I can detect in my own body many
intersections where the black and the white meet each other. These are the most
powerful points, because they feel complete. 


OSE.


Editing : Maikon K



ARA NI ARA @ MIT HACKING ARTS, 2018

Tathy Yazigi é uma artista de performance brasileira inspirada pela estética e ordem de ritos descendentes da África e por tecnologia como sendo a última camada do mistério. As ciências do corpo, o uso de matéria prima natural e tecnológica e a devoção à e experimentação de processos de fermentação natural são usado para criar um espaço para trocas instintivas. Ela propõe uma zona com tempo desacelerado para olhar, respirar, lembrar do corpo como instrumento que colabora na construção da realidade. E do corpo feminino como a fábrica da humanidade.

O espaço será  gradualmente construído através de procedimentos artísticos de 13 à 14 de outubro, das 10:00 às 18:00 no sábado e das 10:00 às 15:00 no domingo, e específicas performances/ritos de passagem vão marcar o tempo às 16:00 no sábado e às 14:00 no domingo. No Hacking Arts no MIT Media Lab.


Tathy Yazigi is a Brazilian performance artist inspired by the aesthetics and order
of rites descendants from Africa and by technology as the most recent layer of
the mystery. The sciences of the body, the use of natural and technological raw
material and the devotion and experimentation of fermentation processes are
used to create a space for instinctive exchange. She proposes a zone of slower
time to look, breath, remember of the body as an instrument to collaborate in
the construction of reality. And of the feminine body as the factory of
humanity.

The space will be gradually constructed through artistic procedures from 13th
to 14th of October, from 10am to 6pm (sat) and 10am to 3pm (sun) and specific performances/rites
of passage will mark the time at 4pm (sat) and 2pm (sun). At HAcking Arts at the MIT Media LAb.


ALAAGBA @ CCBB SP | 2018

Em 28 de abril de 2018, sábado, vou colaborar com o artista multimídia Jelili Atiku, da Nigéria, em sua peça performática Alaagba, um ritual/instalação para pensar processos de descolonização. A performance acontecerá às 11:00 com início na Praça da Sé e finalização no Centro Cultural Banco do Brasil, na abertura da exposição Ex-África.

Alaagba é uma performance processional que integra os elementos do espaço público, arquitetura e formas humanas no processo performativo do ETUTU, ritual de limpeza. A ação engaja o público construindo discursos múltiplos e simultâneos sobres as questões das experiências e realidades da África pós-colonial. Tomando emprestado o título da ética religiosa, valores e prática do EGUNGUN, o tema da performance é reabrir a discussão sobre os problemas de descolonização do continente africano. Como artista brasileira, pretendo que minha colaboração possa iluminar também as nossas questões relacionadas ao tema, especialmente nesse momento de atrocidades e violências geradas pelo nosso processo branco, rico e macho de colonização.

Os meios de expressão do projeto englobam performance e instalação, incluindo texto, desenho e vídeo.



On april 28th of 2018, saturday, I am going to collaborate with the multimedia artist Jelili Atiku, from Nigeria, in his performative piece Alaagba, a ritual/instalation to think of processes of decolonization. The performance will happen at 11AM starting at Sé Square and ending at the Cultural Center Bank of Brazil, in the opening of the exhibition Ex-Africa. 

Alaagba is a processional performance that integrates the elements in the public space, architecture and human forms in performative processes of ETUTU, ritual of cleanse. It also engages the people with intent of drawing them into action and constructing perhaps multiple simultaneous discourses on the issues of post­‐colonial African experiences and realities. Borrowing its title from the religion ethics, values and practice of Egungun, the theme of the performance is to re­‐open discusses on the issue of decolonization of Africa. As a brazilian artist, I intend my collaboration to illuminate our own issues related to the theme, specially in this moment of atrocities and violence generated by our white, rich and male process of colonization. 

The mediums of expression in the project were restricted mainly to performance and installation, which include text, drawing and video.



ODU[N][M] @ FLAGCX

ARIASÉ foi realizada em 13 de dezembro de 2017 no Castelo da FLAGCX das 19:00 às 22:00 em colaboração com os artistas Flávia Teixeira e Luciano Teixeira. O ato começa ao som da rabeca e no movimento de sair da terra, o grande útero, seguido por uma degustação de aromas, ervas e minerais, um descanso de alguns minutos numa cama de sal, um banho de mel nos pés e finaliza com a degustação de um mousse de rosas e um brinde ao fim de um ciclo. Fotos Vtao Takayama.


The action was realized on december 13th, 2017 at the Castle of FLAGCX from 7 to 10PM in collaboration with the artists Flávia Teixeria e Luciano Teixeira. The act starts with the sound of the rabeca and the movement of leaving the earth, the great uterus, followed by a tasting of aromas, herbs and minerals, a little resting on a bed of salt, a bath of honey on the feet and ends with a tasting of a rose mousse. Pictures Vtao Takayama.


VIDA | LIFE & PERFORMANCE @ CHÃO_MA

No dia 23 de setembro, às 20:00, no Chão - Rua do Giz, 167-,  no centro de São Luis do Maranhão, sua base pelos últimos dois meses, Tathy faz o convite para uma conversa sobre performatividade e sobre o ofício da arte [com “a” minúsculo]. O encontro é a principal intersecção do seu trabalho e durante este que criaremos juntos, a artista vai compartilhar quatro vídeos performances inéditos, manipular elementos que utiliza em sua pesquisa de criação de rituais públicos e trabalhar com coreografia como ferramenta afetiva para reorganizar sistemas sociais.

On september 23rd, at 8 pm, at Chão - Rua do Giz, 167-, in the city center of Sao Luis do Maranhão, her base for the last two months, Tathy invites the community for a talk about performativity and about the craft of art [with minuscule “a”]. The encounter is the main intersection of her work and during this one that we will be creating together, the artist will share four new works on video performance, manipulate elements that she uses in her research of creation of public rituals and work with choreography as a tool of affection for reorganizing social systems. 


ARIASÉ @ FLAGCX

Ariasé será uma experiência coletiva, contemplativa e participatória,
onde juntos vamos realizar um programa ritualístico para limpar à nós mesmos -
mentes, campos, olhares - e também o novo espaço da Flag, o Castelo.

É um movimento itinerante no qual em cada espaço estaremos imersos numa
performance, um vídeo ou uma ação para ser feita pelas pessoas presentes.

Vamos criar um mecanismo para gerar espaços abertos e abrir novos caminhos neurais, nos dando mais possibilidades de respostas para velhos e novos estímulos.

No final, celebraremos o novo, contando nossos objetivos e desejos para sementes que depois serão plantadas. Nós iremos encravar nossos quereres na terra e dar tempo para eles
florescerem.

Ariasé significa banhos iniciatórios em uma velha língua ancestral. Eu pretendo
que esse experimento seja uma fenda na realidade, onde o tempo será mais lento,
nós faremos coisas extraordinárias juntos não virtualmente e eu espero que nós
construamos um novo estado de presença e o compartilhemos uns com os outros, nos
limpando, alimentando e preparando para somente observar a mudança que sempre
nos leva ao novo.

01 de junho de 2017 - 20:00 - Flagcx





Ariasè is going to be
a collective contemplative and participatory experience, where together, we
will realize a ritualistic program for cleaning ourselves –minds, fields, looks-, as well as the new FLAGCX space, the Castle.

It is an itinerant movement in which in each space we will be immersed in a performance piece, a
video, or an action to be made by the present people.

Lets create a mechanism for generating open spaces and opening new neural paths, giving us more possibilities of answers for old or new stimuli.

At the end we will cheer to the new, telling our goals and desires to seeds that will be planted afterwards. We will engrave our
wishes in the earth and we will give it time to blossom.

Ariasè means initiatory baths in an old ancestral language. My intent is this experiment to
be a crack in reality where the time will be slower, we will do extra ordinary things not virtually together and we will hopefully built a new state of presence and share it with each other, cleaning, feeding and preparing ourselves to just observe the change that is always takes us to the new.

June 1st, 2017 - 8pm - @ Flagcx



HACKEANDO CRIATIVIDADE NO SXSW | HACK CREATIVITY WITH NEUROSCIENCE, ARTS AND TECH @ SXSW

Amanhã, dia 14 de março de 2017, em parceria com Elisa Gijsen da Flagcx e Adam Horowitz do MIT, falaremos sobre como a criatividade acontece no cérebro e ofereceremos ferramentas para otimizar os processos criativos individuais no SXSW, Austin, TX.

Tomorrow, 14th of march 2017, in partnership with Elisa Gijsen from Flagcx and Adam Horowitz from MIT, we will talk about how creativity happens in the brain and we will offer tools for optimizing individual creative processes at SXSW, Austin, TX


DUO @ PERFOMAPA | SESC IPIRANGA _ SP

No Performapa - Série de experimentações artísticas com o corpo, que trafegam entre diferentes linguagens, explorando-as de forma híbrida, colaboro no trabalho da Fernanda Vinhas, onde ela investiga possibilidades de movimento e relação através do seu
corpocâmera. Eu entro com meu corpo e cabelos longos e a gente
faz uma demonstração dessa pesquisa sonorizada pela Alessandra Duarte, artista plástica e pesquisadora sonora. A performance acontece no Sesc Ipiranga, nos dias 25 e 26 de novembro de 2016. Sex 21:30 e sáb 19:30.

Para saber como chegar, clique aqui!

Perfomapa is a series of artistic experiments with the body, that travel in between different languages, exploring them in a hybrid way. I collaborate with Fernanda Vinhas, who investigates possibilities of movement and relation through her bodycamera. I bring my body and a really long piece of hair and we make a demonstration of this research sonorized by Alessandra Duarte, visual artist and sound researcher. The performance happens at Sesc Ipiranga, on november 25th and 26th of 2016. Friday at 9:30PM and saturday at 7:30PM.

Map here!  


WORKSHOP | PERFORMANCE | INHOTIM

Nos dias 5 e 6 de novembro de 2016, realizei um workshop sobre autoconsciência à partir da respiração e do olhar e a performance EGÍ<>ASOPO. Ambas as ações aconteceram em duas obras distintas dentro do maior museu à céu aberto da América Latina, o Inhotim.

On November 5th and 6th of 2016, I realized a workshop about self consciousness through breath and look and the performance EGÍ<>ASOPO. both of them happened in distinct art pieces in the biggest open air museum in Latin America, Inhotim 


REFLEXÃO PÓS AÇÃO | REFLEXION POST ACTION

Em 2015, me propus a realizar uma performance onde usei as minhas
últimas sete menstruações para imprimir, em uma arena de papel de algodão, a
memória da ação, decorrente do movimento das gotas de sangue na superfície da
pele. O ato foi realizado em uma galeria de arte, dentro da programação da
primeira edição do seu festival de performances.

Até agora, entendia que a performance é uma linguagem que carrega o
“não ensaio” como elemento estruturante, que prevê a criação de uma
partitura/programa de ações a serem realizadas em determinado espaço e tempo,
que são estudadas e memorizadas, mas não ensaiadas. A repetição como lapidação
da ação, como é usada na cena teatral, não é usada nesse caso. Aqui não há (ou
havia) lapidação prévia, mas a construção conjunta (artista + público) em tempo
real. Porém, a ação me fez pensar sobre a importância do controle, ao menos
parcial, no que diz respeito às imagens projetadas no momento da criação da
partitura, para não haver a dissociação do pensamento e da ação, ou uma pequena
esquizofrenia artística.

Se ao criar uma peça performática que contém imagens precisas, mas
que não foram experimentadas ou que habitam só o campo das ideias, muito
provavelmente, ao final nos depararemos com um resultado que não havíamos
imaginado. Mas essa também é uma ótima oportunidade para repensar nossos
mecanismos padronizados de criação. É essa pequena “esquizofrenia” saudável que
nos transporta do conforto ao confronto. É ela o motor para a mudança.

No meu caso, a intenção da ação estava intimamente ligada à simbologia
do sangue menstrual como alimento de uma possível vida e do potencial criativo
que esses ciclos carregam. Assim como em algumas culturas são oferecidos frutos
para a terra, para que ela devolva em dobro em uma colheita abundante, quis
entregar meu poder de criação, representado pelo sangue, para o solo, para que
eu obtivesse a força criativa renovada. Porém, não considerei que o sangue foi
feito para correr por dentro do corpo, quando corre por fora, gera um
estranhamento e uma associação com imagens de dor, machucado, acidente, além
das outras leituras do inconsciente coletivo, como violência, sujeira, morte,
putrefação, etc., me atentando somente ao movimento suave que as gotas fariam
pela superfície da pele e ao ato da entrega.

Sou consciente que a arte da performance tem a própria experiência
como pressuposto e considero essencial ao crescimento do artista a abertura à
reavaliação de escolhas poéticas. Também entendo a tamanha predisposição que
temos em esbarrar com “erros” quando trabalhamos com um tipo de arte que
depende tanto do lançar-se ao momento que vem com a carga daquele dia, hora,
pessoas e lugar, no caso, uma Galeria de Arte.

Após o tempo necessário para decantar a ação, me questionei até que
ponto um artista, que trabalha com essa mídia, se beneficia ao colocar a
experiência como obra. E até que ponto a experiência colocada como obra perde
sua potência de experimento aberto e pulsante e vivo, por ganhar um status quo de trabalho finalizado.
Acredito que este lugar é alcançado somente através do entendimento que vem da
própria obra, do amadurecimento da ideia e do tempo necessário para
percorrer  o caminho  que leva até o sentimento de completude do
trabalho, fazendo com que esse lapso entre concepção e realização seja cada vez
menor e que a única ansiedade que os artistas se apropriem, seja uma ansiedade
produtiva, que indique esse caminho, e não uma que nos faça pular etapas no
processo de criação.

Entretanto, se por um lado, a minha experiência tornou-se “obra” pelo
lugar em que ela foi inserida, por outro, este mesmo lugar foi o que
possibilitou a presença do público e a descoberta da ambiguidade do espaço da
Galeria, que permite a experiência conjunta, que tira o artista do processo
isolado de criação, e traz pela exposição, uma vulnerabilidade positiva para a
sustentação da presença.  

A arte da performance tem como cerne a própria presença humana, que
serve como ponte entre ação e espectador. Uma presença expandida plena de
intenção, concentração e de um saber de si, de cada parte, de cada espaço vazio,
tão rara que chama a atenção. E desconfio que é isso que o público busca:
estados raros de presença que desconstruam o caráter cotidiano da realidade,
estados que tragam mais brilho, ou cor, ou até incoerência. Incoerências podem
ser fascinantes. Desconfio também, que o trabalho com as oposições é um efetivo
expansor da presença. Céu e terra, frente e trás, mulher e homem, quente e
frio, pulsado e fluido, tudo no mesmo corpo. Mas isso é especulação primária
que está em fase de investigação de campo.

Independentemente de que se faça, o como se faz é de uma importância
fundamental ao encanto.  O estado de
concentração absoluto no gesto, o saber-se de si, o ato de fazer escolhas
segundo à segundo, ter um corpo não rotulado que borre fronteiras entre os opostos
são componentes essenciais à criação de uma presença potente capaz de criar a
intersecção mais poderosa que a arte pode criar: a intersecção entre artista e
público, o lugar onde se compartilha ideias, valores e filosofias, e onde há a
possibilidade de mudança/crescimento mutuo através da experiência.


In 2015, I set out to accomplish a performance where I used my last seven periods
to print, in an arena of cotton paper, the memory of the action resulting from
the movement of the drops of blood on the surface of the skin. The act was
conducted in an art gallery, within the schedule of the first edition of its
performance festival.

So far, I have understood performance as a language that carries the
“unrehearsed” as a structuring element that foresees the creation of
a score/program of actions to be carried out in a given space and time, which
are studied and memorized, yet not rehearsed. Repetition as refinement of the
action, as used in the a theatrical scene, is not used in this case. Here,
there is (or was) no prior refinement, but a joint construction (artist +
public) in real time. However, the action made me think about the importance of
control, at least in part, with regard to the images projected at the time of
creating the score, so that there is no dissociation of the thought and the
action, or a minor artistic schizophrenia.

If creating a performance piece that contains precises images that have not yet
been tested or that merely inhabit the field of ideas, it is very likely that
at the end that we will be faced with a result that we hadn’t imagined. But
this is also an excellent opportunity to rethink our standardized mechanisms of
creation. Is this minor yet healthy “schizophrenia” that transports
us from comfort to confrontation. It is the driver for change.

In my case, the intention of the action was closely linked to the symbolism of
menstrual blood as nourishment of a possible life and the creative potential
carried by these cycles. Just as in some cultures fruits are offered to the
earth in order to be returned in double in a bountiful harvest, I wanted to
deliver my creative power represented by blood into the ground, so that I could
obtained renewed creative force. However, I didn’t consider hat the blood was
made to flow inside the body, and that when it flows out it creates a sense of
strangeness and an association with images of pain, injury, accident as well as
other readings from the collective unconscious, such as violence, filth, death,
decay, etc. I merely paid attention to the smooth movement that the drops would
make on the surface of the skin and in the act of surrender.

I’m aware that performance art has experience itself as presupposition and I
consider openness to reassess poetic choices as essential to the growth of the
artist. I also understand the great predisposition we have of running into
“mistakes” when working with a type of art that depends so much on
casting oneself into the moment, is laden by that day, time, people and place,
in this case, an art gallery.

After the time necessary to settle on the action, I wondered how far an artist who
works with this medium would benefit by placing experience as an artwork. And
to what extent experience placed as artwork loses its power as an open,
pulsating and living experimentation by gaining the status quo of a completed
project. I believe this position is achieved only through the understanding
that comes from the work itself, the maturation of the idea and the time needed
to traverse the path that leads to the feeling of completeness of the work,
making this lapse between concept and realization increasingly smaller and the
only anxiety taken on by the artist could be a productive anxiety that shows
the way, and not one that makes us skip steps in the creation process.

However, if on the one hand my experience has become “artwork” by the place in
which it was included, on the other, this same place was what enabled the
presence of the public and the discovery of the ambiguity of the gallery space,
which allows the group experience, takes the artist out of the isolated process
of creation, and uses exposure to bring about a positive vulnerability for
sustaining presence. 

Human presence itself, that which serves as a bridge between action and spectator, is
the very core of performance art. An expanded presence full of intent,
concentration and self-awareness of every part, every empty space, so rare that
it draws attention. And I suspect that’s what the public is seeking: rare
states of presence that deconstruct the everyday nature of reality, states that
bring more brightness, or color, or even incoherence. Incoherences can be
fascinating. I also suspect that work with oppositions is an effective expander
of presence. Heaven and earth, front and back, woman and man, hot and cold,
pulsated and fluid, all in the same body. But this is primary speculation still
being researched in the field.

Regardless of what is done, how it is done is of fundamental importance for
fascination.  The state of absolute
concentration in the gesture, self-awareness, the act of making choices from
second to second, having a body that is not labeled blotting out the boundaries
between opposites are essential components for creating a strong presence able
to create the most powerful intersection that art can create: the intersection
between artist and audience, the place where ideas, values and philosophies are
shared, and where there is the possibility of change/mutual growth through
experience.


MOVIMENTA #1 | FESTIVAL DE PERFORMANCE, GALERIA MEZANINO

A Galeria Mezanino apresenta o festival Movimenta #1. Uma exposição de performances de artistas que posicionam suas trajetórias na intersecção e no cruzamento de fronteiras de modalidades artísticas. Serão realizadas 21 ações: caminhadas, live painting, pixação, leituras dramáticas, interações com o público, apresentações cênicas e videoperformances exploram questões relacionadas à memória, identidade, gênero, temporalidade, afetividade e conflito. Muitas outras discussões são levadas a cabo pelos artistas que conduzem a Movimenta na ocupação da galeria e de espaços nos arredores.

A performance Aupaba, de Tathy Yazigi, irá acontecer dia 29/07, quarta-feira, das 19:00 às 21:00h.

Aupaba significa terra de origem e faz menção ao ato de voltar à simplicidade da terra. Na ação, a renovação da energia reprodutora e criativa é representada por uma sequência de gestos sobre uma arena de papel de algodão. A artista utiliza como matéria prima seu próprio sangue menstrual, coletado nos últimos 7 meses.

O festival acontece de 24 de julho à 01 de agosto, na Galeria Mezanino. 

Mapa.

The Mezanino Gallery presents the Movimenta # 1 festival. An exhibition of performances of artists who position their paths at the intersection and at the crossing borders of  their artistic modalities. 21 actions will be performed: hiking, live painting, graffiti, dramatic readings, interactions with the public, performing presentations and video performances explore issues of memory, identity, gender, temporality, affection and conflict. Many other discussions are carried out by the artists leading the festival in the occupation of gallery spaces and outside.

Aupaba performance, by Tathy Yazigi, will take place on 29th of July, Wednesday, from 7PM to 9PM.

Aupaba means homeland and mentions the act of returning to the simplicity of the earth. In the action, the renewal of reproductive and creative energy is represented by a sequence of gestures on a cotton paper arena. The artist uses as raw material her own menstrual blood collected in the last 7 months.

The festival happens from 24th of July to the 1st of August, at the Mezanino Gallery.  

Map.



I SCREAM

Um grupo de quinze artistas ocupa uma antiga fábrica de luvas no Glicério com seus trabalhos por um final de semana. Tathy apresenta pela primeira vez, sua série FAC-SIMILE, em monóculos dípticos.

13 e 14 de junho, segundo dia aberto ao público, das 14h às 22h.

Vem! Mapa.

A group of fifteen artists occupy an old factory in the city center of São Paulo with their work for a weekend. Tathy shows for the first time, her serie FAC-SIMILE, in monocles diptychs.  

13th and 14th of june, second day opened to the public, from 2PM to 10PM.

Come! Map.



Sharp Cut

Entrevista sobre o poder dos cristais para MAI | Marina Abramovic Institute. 

“Pedras, como plantas e corpos, são um conjunto de átomos. Os quartzos, usados nos móveis do Método Abramovic e em máquinas como computadores e relógios, são feitos de moléculas de dióxido de silício (SiO2).”

Leia mais aqui.

Interview about the power of the crystals for MAI | Marina Abramovic Institute.

“Stones, just like plants or bodies, are bunches of atoms. Quartz stones, used in the furniture for the Abramovic Method and in machines such as computers and clocks, are made of silicon dioxide molecules (SiO2).” 

Read more here.


Terra Comunal | SESC Pompéia

Tathy apresenta sua nova performance EGÍ<>BIY no SESC Pompéia na exposição Terra Comunal | Marina Abramovic + MAI.

DATA: 03 de maio de 2015 | HORA: 15:00 | LOCAL: SESC Pompéia - Espaço Entre (Galpão) | MAPA  

Tathy shows her new performance EGÍ<>BIY at SESC Pompéia in the exhibition Terra Comunal | Marina Abramovic + MAI. 

DATE: 3rd of may, 2015 | HOUR: 3PM | PLACE: SESC Pompéia - Space in Between (Galpão) | MAP


Space in Between Workshop

Os artistas Felipe Bittencourt, Gabriel Brito Nunes, Marco Biglia e Tathy Yazigi apresentaram seus portfólios para Marina Abramovic. As apresentações foram seguidas de perguntas, críticas e comentários do público e dela. Ao final do encontro, Marina conduziu um exercício experimental de criação de imagens e ações performáticas.

Leia mais aqui.

The artists Felipe Bittencourt, Gabriel Brito Nunes, Marco Biglia and Tathy Yazigi showed their portfolio to Marina Abramovic. The presentations were followed by questions, critics and comments from the public and from her. In the end of the workshop, Marina has led an experimental exercise of creation of images and performatic actions.

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OLD

Fotos inéditas da série Meus Quartos foram publicadas na edição número 42 da revista OLD junto com entrevista sobre o trabalho. Os autorretratos são analógicos, 35mm.

“A própria fotografia me dirige. O ideal do retrato que quero realizar, o que está na minha cabeça, é que dita a qualidade corporal, posição, tensões e intenções para cada ambiente.”

Veja a matéria completa aqui.

Unpublished photos of the serie Meus Quartos (My Rooms) are in the 42nd edition of OLD magazine. Along with interview about the work. The self portraits are analog, 35 mm.

“The photograph itself directs me. The ideal of the portrait I want want to realize, what is on my mind, is what leads the corporal quality, position, tensions and intentions for each room.” 

View the entire article here. 


Perfochoroní | Venezuela | 2015

Tathy participou em 14 e 15 de janeiro de 2015 do Festival Internacional de Performance, Perfochoroní, na Venezuela com sua ação Rastro, na qual a artista caminha com um vestido que possui uma calda de trinta metros de comprimento e uma máscara espelhada.

Tathy has participated on the 14th and 15th of january, 2015, of the Internacional Performance Festival, Perfochoroní, in Venezuela with her action Rastro (Trace), in witch the artist walks with a red dress with a 30 meters long tail and a mirrored mask.

 



Hidden Rooms | Venice | 2014

Tathy participou do Venice International Video Art, Experimental Dance and Performance Festival em novembro de 2014.

Tathy attended the Venice International Video Art, Experimental Dance and Performance Festival in november, 2014.


Tempo Forte | Casa das Caldeiras | 2014

Como uma das artistas residentes do programa Obras em Construção, Tathy mostrou parte do resultado de seu trabalho na residência artística da Casa das Caldeiras, no Tempo Forte, em julho de 2014.

As one of the resident artists of the Obras em Construção (Under Construction Works) program, Tathy showed part of the result of her work in the artistic residency at Casa das Caldeiras (Boilers House), in Tempo Forte, in july, 2014.


Traspasos Escenicos | La Habana | 2014

Tathy foi convidada a apresentar sua pesquisa vocal com a professora e pesquisadora de voz para a cena da USP, Mônica Montenegro no festival internacional Traspasos Escenicos, em Cuba, am abril de 2014.

Tathy was invited to show her vocal research with the professor and researcher of the scenic voice from the University of São Paulo, Mônica Montenegro at the international festival Traspasos Escenicos (Scenic Transfers), in Cuba, april, 2014.


Meus Quartos | Estúdio Lâmina | SP | 2014

Tathy abre sua primeira individual, em fevereiro de 2014. A exposição é uma grande instalação com os autorretratos da artista somado às suas performances tanto dentro quanto fora da galeria, localizada no Vale do Anhangabaú.

Tathy opens her first individual, in february, 2014. The exhibition is a big installation with the artist’s self portraits plus her performances either inside and outside of the gallery, located at Vale do Anhangabaú.  

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